• Helen Mazarakis

Telemedicina? Como implementar de maneira ágil e segura?

Há pouco mais de um mês, o Ministério da Saúde divulgou a portaria 467/20, que libera a prática de telemedicina enquanto durar o período de pandemia pela COVID-19. Uma decisão que beneficia pacientes, na medida em que poderão dar continuidade ao acompanhamento de seus tratamentos e condição de saúde, mesmo em tempos de isolamento social, e abre para os médicos novas oportunidades para a manutenção de atendimento aos pacientes.

Apesar do tema telemedicina não ser novo e já ter sido exaustivamente discutido, a Portaria foi recebida com surpresa e otimismo pelo mercado, que passou a viver uma explosão de formatos, assistir ao surgimento de muitas plataformas e diferentes arranjos que prometem concretizar esse novo canal de atendimento de maneira instantânea.

A questão é que no afã de fazer, muitos profissionais de saúde têm aderido a soluções de mercado que não foram produzidas especificamente para a prática da telemedicina, que apenas proporcionam a conexão, via teleconferência, entre dois ou mais pontos. Em um primeiro momento, essas soluções parecem fazer sentido, afinal, elas cumprem o objetivo de estabelecer o diálogo entre médico e paciente, através de um meio digital. O fato é que quando compreendemos as regras que constam na Portaria, facilmente percebemos que só garantir o diálogo não é suficiente para cumprir as exigências previstas. A questão não é só possuir o meio, mas compreender se ele cumpre as regras básicas e absolutas que traz questões relacionadas à garantia de integridade, da autorização por parte do paciente, do sigilo médico e da segurança das informações pertinentes aos atendimentos realizados pelos canais tecnológicos.

Detalhes como registrar em prontuário físico as queixas, recomendações e prescrições, mesmo quando o atendimento se dará online, pode parecer um caminho viável e rápido de ser executado, bem como exercer a guarda desses registros pelo tempo determinado pela legislação competente. Entretanto, de acordo com o texto, prescrições de exames e medicamentos, além da emissão de atestados, ficam autorizados desde que aconteça através da utilização de assinatura eletrônica do médico, por meio de certificados e chaves, tudo isso como forma de proporcionar a identificação do profissional médico e do conteúdo dos respectivos registros.

Especialistas são categóricos ao afirmar que esse é um caminho sem volta para a realidade da prática médica assistencial, ainda que estejamos diante de uma janela finita, que acompanhará, nesse primeiro momento, o tempo em que a Pandemia pelo COVID-19 durar. Por isso, é importante que se faça uma reflexão técnica obrigatória antes de partir para a implantação, que precisa conter um check-list completo, levando em consideração itens que vão além da plataforma a ser usada, como o resenho de fluxo de atendimento, gestão de agenda, captação de pacientes elegíveis à modalidade de atendimento e treinamento de equipe administrativa e médica. Sabemos que a palavra de ordem agora é agilidade, o que não significa dizer que essa precise ser uma decisão superficial e menos cuidadosa. É tempo de agir com velocidade, mas com consciência e responsabilidade técnica.

Juntos, UXMed e Shosp, que se uniram para apresentar ao mercado uma solução completa para implantação de telemedicina em clínicas e consultórios, desenvolveram um material completo para auxiliar uma implantação ágil e segura do seu novo canal de atendimento.

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